Prezados Leitores:
Todos os seres humanos desejam e anseiam a paz.
Paz interior que promova a felicidade própria em qualquer lugar onde esteja ou em
qualquer situação em que se encontre a criatura humana.
Paz mundial gerada pelo entendimento e fraternidade entre todas as nações,
facultando progresso ao planeta Terra e alegrias aos seus habitantes.
Entretanto, e apesar de já existir a conscientização sobre a necessidade da paz,
o cenário mundial se nos mostra carregado de guerras e envolvido em conflitos de toda
ordem.
A Federação Espírita Brasileira, com a
edição e distribuição destes textos baseado nos ensinos espíritas, acrescenta mais um
recurso à Campanha Construamos a Paz Promovendo o Bem, por ela lançada e voltada a
oferecer caminhos de construção da paz.
Construção, sim, e responsabilidade de
cada ser humano em se empenhar no
cumprimento das leis de Deus, considerando
que a paz no mundo começa imprescindivelmente pela paz interior.
Participe dessa Campanha! Promova o
bem e construa a paz!
Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros,
perdão das ofensas.
(Questão 886 Livro dos Espíritos
O Espírito prova a sua elevação,
quando todos os atos de sua vida corporal
representam a prática da lei de Deus e quando antecipadamente compreende a vida
espiritual.
(Questão 918 Livro dos Espíritos
Com uma organização social criteriosa e previdente, ao homem só por culpa sua pode faltar o necessário. Porém, suas próprias faltas são freqüentemente resultado do meio onde se acha colocado. Quando praticar a lei de Deus, terá uma ordem social fundada na justiça e na solidariedade e ele próprio também será melhor.
Respondendo assim, o Cristo falava
em sentido figurado. Queria dizer que o seu
reinado se exerce unicamente sobre os corações puros e desinteressados. Ele está onde
quer que domine o amor do bem. Ávidos,
porém, das coisas deste mundo e apegados
aos bens da Terra, os homens com ele não
estão.
(Questão 1018 Livro dos Espíritos
(...) Três períodos distintos apresenta
o desenvolvimento dessas idéias: primeiro, o
da curiosidade, que a singularidade dos
fenômenos produzidos desperta; segundo, o
do raciocínio e da filosofia; terceiro, o da
aplicação e das conseqüências. (...)
(O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 1. ed. especial, FEB.)
a) O verdadeiro homem de bem é o
que cumpre a lei de justiça, de amor e de
caridade, na sua maior pureza. (...) (Cap.
XVII item 3)
b) (...) Reconhece-se o verdadeiro
espírita pela sua transformação moral, e
pelos esforços que emprega para domar
inclinações más. (...) (Cap. XVII item 4)
c) (...) Reconhecê-los-eis pelos
princípios da verdadeira caridade que eles
ensinarão e praticarão. Reconhecê-los-eis
pelo número de aflitos a que levem consolo;
reconhecê-los-eis, pelo seu amor ao próximo,
pela sua abnegação, pelo seu desinteresse
pessoal; reconhecê-los-eis finalmente, pelo
triunfo de seus princípios, porque Deus quer
o triunfo de Sua lei; os que seguem Sua lei,
esses são os escolhidos e Ele lhes dará a
vitória. (...) (Cap. XX item 4)
d) (...) Então, quando o campo
estiver preparado, eu vos enviarei o
Consolador, o Espírito da Verdade, que
virá restabelecer todas as coisas, isto é, que,
dando a conhecer o sentido verdadeiro das
minhas palavras, que os homens mais
esclarecidos poderão enfim compreender,
porá termo à luta fratricida que desune os
filhos do mesmo Deus. Cansados, afinal, de
um combate sem resultado, que consigo traz
unicamente a desolação e a perturbação até
ao seio das famílias, reconhecerão os homens onde estão seus verdadeiros interesses,
com relação a este mundo e ao outro. Verão
de que lado estão os amigos e os inimigos da
tranqüilidade deles. Todos então se porão
sob a mesma bandeira: a da caridade, e as
coisas serão restabelecidas na Terra, de
acordo com a verdade e os princípios que
vos tenho ensinado. (Cap. XXIII item 16)
(O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan
Kardec, 1. ed. especial, FEB.)
Busque a paz e siga-a. Pedro.
(I Pedro, 3:11.)
Há muita gente que busca a paz; raras
pessoas, porém, tentam segui-la.
Companheiros existem que desejam a
tranqüilidade por todos os meios e suspiram
por ela, situando-a em diversas posições da
vida; contudo, expulsam-na de si mesmos,
tão logo lhes confere o Senhor as dádivas
solicitadas.
Esse pede a fortuna material, acreditando seja a portadora da paz ambicionada,
todavia, com o aparecimento do dinheiro
farto, tortura-se em mil problemas, por não
saber distribuir, ajudar, administrar e gastar
com simplicidade.
Outro roga a bênção do casamento,
mas, quando o Céu lha concede, não sabe
ser irmão da companheira que o Pai lhe con
fiou, perdendo-se através das exasperações
de toda sorte.
Outro, ainda, reclama títulos especiais de confiança em expressivas tarefas de
utilidade pública, mas, em se vendo honrado
com a popularidade e com a expectativa de
muitos, repele as bênçãos do trabalho e
recua espavorido.
Paz não é indolência do corpo. É
saúde e alegria do espírito.
Se é verdade que toda criatura a
busca, a seu modo, é imperioso reconhecer,
no entanto, que a paz legítima resulta do
equilíbrio entre os nossos desejos e os
propósitos do Senhor, na posição em que nos
encontramos.
Recebido o trabalho que a Confiança
Celeste nos permite efetuar, é imprescindível saibamos usar a oportunidade em favor
de nossa elevação e aprimoramento.
Todavia, não existe tranqüilidade real
sem Cristo em nós, dentro de qualquer situação em que estejamos situados, e a fórmula
de integração da nossa alma com Jesus é
invariável: Negue cada um a si mesmo,
tome a sua cruz e siga-me. Sem essa adaptação do nosso esforço de aprendizes
humanos ao impulso renovador do Mestre
Divino, ao invés de paz, teremos sempre
renovada guerra, dentro do coração.
EMMANUEL - (Fonte Viva, psicografia de Francisco C. Xavier,
cap. 79, 1. ed. especial, FEB.)
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